Eco Aldeias Portuguesas

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Mais Eco Aldeias Portuguesas
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Eco Aldeias

O que são ecoaldeias?

Uma ecoaldeia é uma pequena comunidade de pessoas (tipicamente entre 30 e 1000) numa estrutura social coesa, baseada em várias combinações de três dimensões: comunidade, ecologia e espiritualidade. As ecoaldeias têm como denominador comum o objectivo de proporcionar um estilo de vida em harmonia com a natureza e entre os seus membros. Ler mais...

Manifesto de Tamera

TAMERA E O GLOBAL CAMPUS
Ao longo dos últimos anos, o Centro de Pesquisa para a Paz em Tamera, Portugal, tem vindo a desenvolver uma comunidade de investigação (presentemente com 170 habitantes) para um futuro sem guerra. Surgiram aqui os pensamentos deste manifesto e aqui estão a ser concretizados. Para a disseminação global destes pensamentos foi fundada uma universidade internacional, o Campus Global, com filiais em diversos continentes. Os pensamentos fundamentais do projecto acima mencionados estão ligados a desenvolvimentos concretos nos domínios da energia, água e alimentação. Surge um novo modelo para o abastecimento básico material do homem sem danos para a natureza e co-criaturas. Energia, água e alimentação estão à disposição de toda a humanidade quando gerimos de um modo sensato os recursos naturais da nossa Terra. Ninguém na Terra terá de sofrer privações, fome ou frio, quando a tirania estiver terminada. Que a morte de tantos trabalhadores pela paz não tenha sido em vão! O apelo de Gaza e o apelo de emergência da Terra já não se irão desvanecer sem serem ouvidos. A catástrofe do Japão despertou milhões de pessoas. Vamos unir-nos em todo o mundo para a edificação de um futuro digno de ser vivido.
Em nome da vida.
Em nome de todas as crianças.
Em nome de todas as criaturas.
Manifesto de Tamera
Para mais informações:
Instituto pela Paz Global (IGP), TameraMonte do Cerro, 7630-303 Colos, Portugal
Tel: +351-283 635 484 • Fax: +351-283 635 374
eMail: igp@tamera.org • www.tamera.org


Salicornia


O que é a Salicórnia, o Sal Verde?
Salicórnia nasce nas Salinas Eiras Largas na Figueira da Foz
A Salicórnia é uma planta que suporta elevadas taxas de salinidade, sendo por isso, classificada como halófita. Esta Salicórnia nasce nas Salinas Eiras Largas na Figueira da Foz.
A Salicórnia pode ser utilizada para substituir o sal nas saladas, por exemplo na salada de tomate. Também pode ser salteada com legumes ou em omeleta. Recomendamos uma boa associação da Salicórnia da Salina Eiras Largas com o Requeijão da Quinta do Jorumelo: simplesmente por cima das fatias do requeijão ou envolvida pelo requeijão. Na Internet encontrará mais receitas de salicórnia.
A salicórnia deve ser conservada no frio mais ou menos por 1 semana.
Se desejar poderá conservá-la em vinagre por alguns meses.

A Salicórnia é uma planta que nasce nos talhos da Salina Eiras Largas. Porque é banhada com a água salgada do mar, que serve para fazer o sal, a salicórnia tem um travo salgado, substituindo o sal na alimentação. A sua aplicação mais generalizada é nas saladas, ligeiramente migada, conferindo um sabor às saladas inigualável. A planta também é boa para temperar outros pratos como por exemplo, peixe cozido ao vapor e batatas cozidas,etc.

A Salicórnia – alternativa para hipertensos
O Dr. Miguel Boeiro,na Revista Saúde Actual, refere que “para além das abundantes vitaminas, proteínas, ácidos gordos e sais biológicos altamente assimiláveis e vitais para o equilibrio alimentar, a salicórnia é especialmente recomendada para os hipertensos, uma vez que pode ser um vantajoso substituto do sal das cozinhas”.

Salina Eiras Largas
A Salina Eiras Largas é uma pequena salina que está no 3º ano de conversão para a agricultura biológica e que já tem a sua Flor de Sal Laminada certificada pela SATIVA. É gerida numa filosofia de desenvolvimento integrado em que se tenta articular a produção de sal, com o ambiente, a flora, a fauna e a cultura associada aos marnotos. Além dos produtos inovadores que apresenta a Salina Eiras Largas também está aberta a visitas guiadas para que se perceba como se pode fazer uma gestão integrada de uma actividade tradicional e qual o circuito da água até se fazer o sal. No verão os visitantes podem mesmo “rer” o sal e recolher a flor de sal tradicional e a laminada. Para os grupos que desejem há degustação de produtos oriundos da salina.

Se quiser saber mais visite o site da Casa do Sal

Lua Cheia Agosto


A Perfeição

A perfeição não existe. E, como não é um objectivo, não pode ser uma meta. Tu só podes querer chegar a um lugar que seja acolhedor, confortável e leve. Não é suposto o ser humano querer ir para um local desarmonioso e desarmonizado.
Pois a perfeição é isso. É um estado de exigência, de stress, de angústia e depressão.
É um local em que o ser humano deposita demasiadas expectativas, mas é ao mesmo tempo um lugar desconhecido, pois visto não existir, nunca ninguém lá esteve. A não ser por breves instantes. O problema é que os homens não levam isso em consideração. Querem ser perfeitos. Lutam para ser perfeitos, julgam tudo o que é imperfeito retirando todo o seu valor.
O homem só não percebe que: O céu é perfeito. O Universo é perfeito. O céu alberga seres de luz. O mundo alberga homens, seres imperfeitos em busca do caminho da evolução. E como vão evoluir? Entrando em contacto com a imperfeição do mundo, para, e por conflito com essa mesma imperfeição, conseguirem evoluir, conseguirem avançar.
Agora imagina que o ser fosse perfeito. Não existiria conflito, e pelo facto de ser pelo conflito que se evolui, não haveria evolução. Era tudo perfeito, e a experiência da terra nunca teria existido. E agora? O que é preciso fazer?
É preciso fazer as pazes com a sua própria imperfeição. Aceitar que não somos perfeitos, e nem temos de ser. Devemos, isso sim, fazer o melhor que sabemos, da maneira mais responsável. Só. E só por isso, eu, daqui de cima, já fico muito feliz.
O LIVRO DA LUZ – Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

Lua Q.Crescente Agosto


Os Amigos

Os nossos amigos são as pessoas que validam as nossas histórias. Aqueles que nos dão razão quando sofremos. Validam o nosso sofrimento. São aqueles que concordam quando tomamos uma decisão. E se discordam precisam de se justificar.

Quando uma pessoa amiga se queixa, pergunto-lhe se procura ajuda ou se quer apenas queixar-se. E se me responde que quer apenas queixar-se, posso recordar-lhe que se queixa à pessoa errada.

A mente tem pensamentos, e nós acreditamos que são nossos. Não o são. Nunca. Pelo menos aqueles pensamentos que nos causam mal-estar. São pensamentos da humanidade, a repetirem-se há milhares de anos.

“Ele não me ama.”
“Os meus colegas não dão valor ao que eu faço.”
“Os meus filhos não me respeitam.”
“O governo é corrupto.”
“A vida é difícil.”

Sempre os mesmos pensamentos. E todos mentira.

Não há nada de errado em pedir um abraço, ou uns mimos ou um afecto. Mas não fiques à espera que os outros adivinhem o que pretendes deles. Diz-lhes. E se pedes um mimo a uma pessoa e ela te diz “não”, perfeito! Sabes que essa não é a pessoa a quem pedir mimos. Pede a outra. Eventualmente alguém irá dar-te o que pedes. E a pessoa que não te quer dar mimos não deixa de ser tua amiga. Em realidade, é tão tua amiga que não finge. É sincera. Poderia ser mais amiga?

Quando acreditamos que a vida é difícil, estamos em realidade a acreditar que podemos controlar a vida. Como se tal fosse possível. E em realidade a vida é extremamente fácil, se eu não ditar como deve ser. Observo a vida a acontecer, e faço escolhas perante aquilo que acontece. Não sei as respostas, e é delicioso permanecer neste estado em que não sei. Ao não saber permito-me fazer perguntas relevantes. E respondo a essas perguntas. Tudo dentro de mim.

A partir do momento que começo a despertar dou-me conta que não controlo os pensamentos na minha mente. Não é possível. Mas posso questionar cada pensamento. Escrevo num caderno os pensamentos que me provocam mal-estar. E depois procuro a sua veracidade. Até hoje ainda não encontrei um pensamento que me causasse stress como sendo verdadeiro.

Ainda acreditas, por exemplo, que há pessoas más? Como é que tratas as pessoas que rotulas de más? Como te sentes na sua presença? O que fazes?

Muitas vezes julgamos a pessoa em vez da acção. Será que há pessoas más? Ou será mais verdade que por vezes as pessoas têm comportamentos maus? E se no comportamento mau de alguém houvesse algo de bom para mim, o que seria? E se eu não pudesse ter este pensamento “há pessoas más”? Como me sentiria perante o outro sem este pensamento?

O que observo é isto: quando acredito no pensamento de que há pessoas más, eu mesmo me torno mau. Afasto-me, torno-me agressivo, defensivo, silencioso, amuado. Espero que o outro adivinhe os meus pensamentos. Poderia eu ser mais mau?

Mas se acredito que cada um faz sempre o melhor que é capaz, de acordo com os pensamentos em que acredita no momento, como poderia ver maldade? Não é possível.
E um amigo diz-me que adora o meu trabalho. Consigo sorrir e concordar. Eu compreendo. E outro amigo diz-me que o meu trabalho é péssimo e lhe provoca mal-estar. Consigo sorrir e concordar. Eu compreendo.

O que os meus amigos podem não saber, é que não faço nada à procura de validação ou aprovação. Tudo o que faço faço-o pelo amor que tenho por mim. E amo-me tanto que estou receptivo a qualquer critica.

Quando conseguimos sentir a verdade disto: Eu sou tu. A vida torna-se deliciosa.

Adoro os meus amigos. Todos sem excepção.

Emídio Carvalho em "A Sombra Humana"

Tertúlia "Vamos Conversar"


Dia 25 Junho, pelas 21:30, no centro TAO.
Apresentação de Sílvia Meném